Eu acho a expressão que coloquei aí no título muito interessante. Traduzida literalmente quer dizer “esqueletos no armário”. Geralmente é utilizada para derrubar algum argumento metido ou alguma atitude de quem tá tirando onda. Afinal, todo mundo tem seus segredos, seu teto de vidro, seus “esqueletos no armário”.E ontem eu achei os meus e fiquei feliz igual criança. Estou no auge de uma TPM que dura antes, durante e depois do famigerado período rubro. Além disso, ando trabalhando demais, estou com olheiras e cansada, cansada, cansada. Para completar, ontem à noite tive uma insônia daquelas e fui dormir quase às duas da manhã. Já que o sono não vinha, resolvi arrumar minha escrivaninha e – surpresa! - achei um saco de chocolates deliciosos malocado atrás de uma pilha de CDs virgens.
Explicando: como todo mulher na casa dos 30, a questão chocolates x peso vem sempre à tona. Se comemos todo o chocolate que queremos/ganhamos, adquirimos um quadril – e barriga, bunda, e o escambau – que leva muito tempo para sumir. Então, ao ganhar os doces, separei alguns e escondi os outros para um momento de necessidade. E – pimba! - a necessidade chegou.
Gente, tem Kit Kat, Lindt, Toblerone (presentes que minha mãe trouxe de uma das várias conferências internacionais que ela participa). Como foi que eu esqueci disso? Não sei. Mas fiquei feliz em não ter lembrado, em ter tido insônia, e em tê-los encontrado ontem.
De lamber os beiços.

















Existe sentimento mais desconfortante do que a vergonha? O corpo esquenta, o rosto enrubesce, sai suor por todos os poros... Terrível. Pior ainda é quando você sente isso tudo, e nem é você quem está vivenciando a situação constrangedora. É a tal da vergonha alheia.




















