Boas festas para todos vocês.
Até o ano que vem!
As neuras, as histórias e os sentimentos do antes, durante e depois dos 30 anos
Existe sentimento mais desconfortante do que a vergonha? O corpo esquenta, o rosto enrubesce, sai suor por todos os poros... Terrível. Pior ainda é quando você sente isso tudo, e nem é você quem está vivenciando a situação constrangedora. É a tal da vergonha alheia.
Entro na reta final dos meus 30 anos, pelo menos em um aspecto, como sempre vivi: praticamente quebrada financeiramente. Todo mês que acho que vai sobrar algo para a poupança, aparece uma coisa pra resolver. Mês que vem terei que trocar os pneus do carro que, segundo meu padrasto, estão ficando carecas. Saco.

O dia que foi um dos dias mais importantes da minha vida foi também um daqueles que você quer apagar da memória para uma grande amiga minha. De um lado, eu experimentava uma grande experiência pessoal. Do outro, ela conhecia os limites da arrogância e da falta de caráter de um indivíduo que frequenta o mesmo local de trabalho.

Há dois anos atrás, fui com uma amiga, pela primeira vez, a Buenos Aires. Destino escolhido, pesquisamos, montamos um roteiro de lugares para visitar e coisas para fazer, e lá fomos nós.