
Exageros à parte...
As neuras, as histórias e os sentimentos do antes, durante e depois dos 30 anos
Não é fácil ser mulher. Não é. Não sou das mais antenadas, mas adoro comprar roupas e sapatos. A-d-o-r-o! Em minha opinião, sapatos nunca serão suficientes, e as roupas existem para cumprir um papel específico e crucial. Quem sou eu para impedir isso?


Eu acho a expressão que coloquei aí no título muito interessante. Traduzida literalmente quer dizer “esqueletos no armário”. Geralmente é utilizada para derrubar algum argumento metido ou alguma atitude de quem tá tirando onda. Afinal, todo mundo tem seus segredos, seu teto de vidro, seus “esqueletos no armário”.
Recebi ontem, de um colega de trabalho, um email com a 'definição' das pessoas de acordo com seu signo. Não costumo abrir esses emails – e não sei porquê abri esse -, mas o texto só serviu para reforçar minha tese de que tem muita gente doida nesse mundo. Nada contra quem acredita em signos e horóscopo. Mas acho que existem previsões sérias e palhaçadas.
Podem me acusar de muitas coisas na vida. Deve haver, em algum lugar, um caderninho preto com a lista de todos os meus defeitos e falhas. Whatever. Mas de uma coisa me orgulho: eu sou uma grande amiga. Não meço esforços para ver meus amigos felizes, para ajudá-los nos momentos de necessidade, e essas coisas que grandes amigos fazem pelos outros. Quase sempre, lógico – afinal, estamos falando de mim -, pago um mico por eles.
... buscar o carro na chuva;